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O ex-jogador Edílson foi denunciado pelo Ministério Público Federal pelo crime de organização criminosa nesta terça-feira. O pentacampeão mundial com a Seleção Brasileira é suspeito de fazer parte de uma quadrilha especializada em fraudar pagamentos de prêmios de loterias da Caixa Econômica Federal (CEF).

A denúncia do MP diz que Edílson é um dos “responsáveis pela captação e recrutamento” de gerentes de banco dos estados de Goiás, São Paulo e Bahia para “validar bilhetes clonados, transferindo recursos federais (loteria) para a organização”.

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O “capetinha”, seu apelido nos tempos de jogador, é um dos investigados da Operação Desventura, deflagrada pela Polícia Federal no dia 10 de setembro, e que aponta o ex-atleta como o responsável por aliciar gerentes de bancos para a quadrilha. Na época, ele chegou a ser detido para prestar esclarecimentos. Sua prisão chegou a ser pedida pelo Ministério Público, mas a Justiça negou.

Segundo o procurador da república Hélio Telho, o ex-jogador usava sua fama e as grandes movimentações financeiras que fazia para aliciar gerentes do banco para as fraudes. Além disso, que ele tinha relacionamento próximo com os líderes da quadrilha.

Em setembro Edílson prestou depoimento e disse que era inocente. Ele negou todas as acusações e acreditava que elas só recaíram sobre ele por ser “conhecido e famoso”.

Edílson teve passagens por grandes clubes brasileiros, como Palmeiras, Corinthians, Flamengo e Vasco. Além disso, ele ainda foi campeão da Copa do Mundo de 2002 pela Seleção Brasileira.

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